Hoje reservei-me ao tédio.
Deixei-me aqui
Com o meu sábado
E a minha solidão,
A divagar por outros mundos
Perdidos dentro de mim.
Acho graça em muitas palavras,
Mas agora,
Basta-me este silêncio.
Das festas da juventude
Não sou mais conviva;
Da última vez
Que olhei o relógio,
Havia envelhecido a tal ponto
Que, mesmo jovem,
Senti cansaço,
E o cessar da euforia
Trouxe-me serenidade de monge.
Esperarei a noite passar
E, enfim, saberei.
Hoje, o meu sábado
E o meu tédio

As vezes a solidão nos cai muito bem. Gostei do blog e me apresento como sua primeira seguidora, meu caro
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