O espelho é o senhor dos vaidosos,
De seus espectros e mentes vazias,
Senhor de seus insignificantes mundos.
Ninguém é vencido por si mesmo
Sem também sagrar-se vencedor;
Ninguém vence a si mesmo
Sem também tornar-se vencido.
Na configuração surreal,
No íntimo da moldura e do vidro,
Pude olhar através de mim
E reconhecer os meus defeitos:
Somos nós,
Mesmo no ângulo inverso,
Somos nós
Que mentimos a nós mesmos.
O espelho conhece as nossas verdades,

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