Não quero mais escrever!
Queria só dormir,
Como os homens felizes
Que assistem televisão
E se acorrentam à escravidão moderna
Voluntariamente,
Sem questionar, sem pensar,
Sem sonhar com um único
Instante de amor e fúria.
Sorte a deles me deixarem em paz
No meu calabouço:
O primeiro que abrir esta grade,
Eu mato!