Dentro da roupa chic
Do carro de luxo
Da mansão exuberante
Do status de divindade
Há só um como eu
Que talvez tenha desistido
De procurar por si mesmo.
poesia marginal
Dentro da roupa chic
Do carro de luxo
Da mansão exuberante
Do status de divindade
Há só um como eu
Que talvez tenha desistido
De procurar por si mesmo.
A lenda urbana Reza
Que ninguém me doma.
Ninguém quer acreditar
Que qualquer criança me enlaça.
Todos acham que quando choro
É apenas o palhaço
Brincando de tropeçar.
De fato,
Os poetas mentem sobre amor.
Se soubessem amar,
Não desdenhariam tanto,
Não seriam poetas.
Socorro, Lanza!
Acode cá, Carlitos!
Às vezes,
Piso Às pontas
De minhas próprias asas.
É preciso ter paciência
Com os anjos,
Também.