O que para todos os outros
É uma ameaça, um monstro esmeralda
De compleição física e força
Descomunais,
Com possibilidades de destruir mundos,
Para o dr. Banner
É apenas
A sua metade mais vulnerável.
poesia marginal
O que para todos os outros
É uma ameaça, um monstro esmeralda
De compleição física e força
Descomunais,
Com possibilidades de destruir mundos,
Para o dr. Banner
É apenas
A sua metade mais vulnerável.
É o Tempo
Antes da cova
Que come e carcome
Consome
Com prova e soma
Nome e sobrenome
Orgulho e homem.
Só sei que nada sei
E transformo tudo
Em poesia,
Pois, de poesia,
Eu sei
Ou não sei.
Como legado
Deixarei apenas o fato
De refletir
Sobre a insignificância
Da minha existência.
Morte! - tão lenta precoce vida!
Vida! - tão breve penosa morte!
Eu a amo.
Só não posso protegê-la
De si mesma.
Entretanto,
Enquanto eu não for
Apenas uma saudade distante, vaga,
Algo que nem algo significa,
A protegerei de tudo e de todos,
Principalmente, de mim.
Hoje,
Sinto muita saudade
Deste algo-quase-nada
Que é-me tudo que tenho.