Pierrot

Pierrot
la tristesse

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Torquato


O que nos faz poetas

"É O RISCO"

Contido na verve

De emocionar 

Brincando 

De forma simples 

Com situações 

Sérias e complexas:

Comover e mover!

Aprendendo com a solidão.


No mesmo tempo, 
No mesmo lugar...
Todo mundo mudou 
E nem vi o turbilhão 
Que me arrastou.
No limite das minhas forças, 
Meu próximo passo 
Pode levar direto ao abismo. 
Na tentativa desesperada e vã
De esquecer,
Quis jogar tanta coisa fora, 
Até entender
Que a felicidade
Não é amiga 
Nem da escassez, 
Nem do excesso; 
Nem da posse, 
Nem da distância. 



terça-feira, 4 de setembro de 2018

Redemoinho



O vento, 

Quanto mais rápido, 

Mais voltas dá. 


Mudança de Planos


Sem me consultar, 
As pessoas próximas 
Costumavam me pincelar 
Com a excentricidade do gênio, 
Num futuro auspicioso!
Ao traçar meu próprio rumo, 
Tento imaginá-las enganadas, 
Delirantes ou exageradas, 
Ou terei que admitir 
Não saber onde, 
Irremediavelmente, 
Perdi a genialidade e a inocência...
Nem quando, nem como.

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

ELEGIA AO PÓ


Das fogueiras de livros 
Dos nazistas 
A Fahrenheit 451, 
O triunfo do pensamento 
Talibanato Neopentecostal 
E seu legado 
Transformador 
De Artes, Culturas e Conhecimentos 
Em Cinzas e Esquecimento, 
Uma barbárie que incinerará 
Qualquer rastro de Civilização.



Asas de um Sonho


Segundo a fábula, 
Ícaro voa por necessidade 
E, após breve arrebatamento, 
Precipita-se.
O voo, para mim, 
É a loucura de uma vida inteira, 
Desde tenra idade, 
Desde que vi libélulas 
Pela primeira vez. 
Hoje, voo como quem sonha, 
Como quem canta, 
Caminha, corre...
Como quem cria 
Libélulas, Fábulas e Ícaros.