Um dia desses,
Tudo estava em paz
E eu, ereto, firme - uma torre!
Aí, você vai olhar para ela,
Vai dar ouvidos
Ao que as pessoas falam...
Ah, coração trapalhão!
Agora estou com medo,
Frágil e inseguro;
Havíamos combinado
Nunca mais agir assim.
Não importa de quem seja a culpa
Quando estamos ambos
À beira da condenação
E só ela tem o poder
De nos absolver.
Vou pedir desculpas
E você, fique calado,
Nem palpite:
Não podemos mais nos precipitar!
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