A perversão dos sentidos,
A distorção das palavras
Que vêm expressar
A genuína face do íntimo...
Minha vida por um eco dissonante!
Por favor, faça-me chorar,
Arranque a minha língua,
Impedindo a proliferação
Das mentiras que ando repetindo!
Diabos, dá-me lágrimas
Para excretar de mim
Estas mágoas infindas,
Salve-me do que sou agora
E não deixe que eu seja
Transformado em pó
Como uma máquina auto-destrutiva
Que desconhece
O seu verdadeiro eu!
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