Ó glória maldita, maldita glória!
Não mereço e herói me fazes,
Tanta presunção me trazes,
E ficam as grandes lutas inglórias.
Quantos vi, guerreiros audazes:
Nobreza e coragem forjando sua trajetória,
Jamais atingindo o Panteão da história,
Abaixo um patamar de Vasco e Camões, estes incapazes!
A cada revolta que se levanta
Um novo covarde se agiganta.
Não ponho a culpa na mentira.
Nada mais me causa frenesi;
As verdades quando estiveram aqui
Também provocaram a minha ira.
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