CAOS!
Esta poesia volátil e volúvel
Está nos mentindo
E queremos acreditar:
Usando armas para nos enganarmos,
Enquanto obedecemos a falsos valores
E os senhores do obscuro
Tramam contra a nossa cegueira
Em plena luz do dia.
Quem somos,
Fazemos questão de esquecer.
E, longe dos nossos corações
Estão os nossos espíritos
- Quem ansiamos ser!
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