sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Numa manhã de novembro
O céu,
De onde brotam as nuvens
Numa alvorada primaveril:
Este - azul celeste;
Estas - brancas do algodão
Do qual constituem-se
As asas dos Querubins.
Um pouco de sol
Para reavivar e reverdecer
A planície
N`onde respiramos amenidades.
Que bons ventos
Trazem-me essas doces lembranças?
Ventos não - novos tempos!
Lembranças não - essa canção:
"O amor virá a seu turno!"
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