Com o passar do tempo
A Verve passa a estar sempre presente
E adocica o ímpeto.
Na juventude, ela, rebelde também,
Vai embora, e ao voltar,
Traz febre com ferocidade
E o poeta, vomita males terríveis
Com a fúria que causa
Toda espécie de paixão na alma:
A revolta contra o belo
O amor pela treva sangrenta
A alma convulsa.
Mas, até isto o tempo cura:
É só passar!
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