Aos manos Júnior, Rafael, Rattü
e à mana Dara Santos.
Às vezes caio, indiscutivelmente!
Mas a minha fortaleza prevalece:
Monstruosa, imponente, inexpugnável!
Às vezes a minha armadura se esfacela!
E eu, saído dela,
Sou o mais titânico
E incólume dos guerreiros!
Às vezes tudo rui,
E eu desmorono junto!
Mas os aliados
Me recolocam de volta
À luta!
É que nunca luto sozinho:
Tenho a meu favor
As fortalezas, as armaduras e o apoio
Dos que se entrincheiram comigo,
Dos creem no que creio,
Dos que caem e sou barricada
E nos ajudamos a continuar!
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Salve! Daora, mano.
ResponderExcluirA unidade não quer dizer um só. loko.
Iluminados pelo sol do Grajaú, numa manhã de domingo!
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