quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Teia de Arame
O dinheiro compra drogas,
Roupas e pessoas,
E pessoas se vendem fácil!
Morte é esse amor
Que foge aos meus beijos,
E eu não amo ninguém!
Anjos inocentes sentados no colo
De um deus embriagado...
E a vida tornou-se
Um poema, além da música,
Que eu rimo e proso;
Algumas vezes, versejo
Como uma criança
De quem roubaram um brinquedo...
Daí os meus palhaços choram
E os meus sonhos são todos tristes!
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