Aquele que ordenou-me fazer a guerra
Em nome da paz e da justiça,
Banhado em sangue, feriu-se gravemente
E impôs bruscos freios à minha ira!
Também o meu coração
- Honesto e singular -
Invultado de dor e sangue,
Não queria mais lutar.
Também a minha alma
- Indômita e de aço -
Transbordou medo e lágrimas,
Sem conseguir esquecer
Uma eternidade de guerras...
Por não poder explicar
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O tormento de Joana D`arc.

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