sexta-feira, 11 de abril de 2014
Canção do mar chorando
Pelas mais belas estrofes melodiosas
Qual borbulhas de peixe canoro vindas
Dos mais longínquos abismos do oceano,
Trazendo à tona a estentorosa voz
Do jovem marujo,
Náufrago que encerras em ti,
Ó Abissal do Atlântico,
Dá queixa a Viuvinha que vela,
E pranteia,
Aumentando as tuas profundezas:
"frágil, tão frágil, pálido amor,
Que mal caiu no mar
E já se afogou.
Deixa eu cantar minha nova canção, amor,
Para mais solidamente restaurar
O mundo que sem nós desmoronou."
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