Pierrot

Pierrot
la tristesse

terça-feira, 18 de novembro de 2014

astrologia, Hawking.




O tempo leva a dor, traz o perdão,
Leva a loucura, traz a velhice.
Eu amo de forma estranha,
Um amante crudelíssimo!
Deve ser crime (até) mas eu amo...
E amando eu morro, rejuvenesço,
Faço um universo que cabe em qualquer sorriso...
E minto. as belas verdades que digo,
As dores e as alegrias que finjo.
Eu minto coma felicidade no rosto.
Isso que o vento não sussurra...
Eu sussurro... o teu nome... eu te amo...
Não, não ouça!
Eu não te diria!
Não sou louco!
Sim, sou louco, e por isso vivo,
De verdade!
Isso está escrito nas estrelas,
O cometa que eu sou
Passou soprando poeira de outros cosmos:
Um Sol dizendo: "uma volta, só mais uma volta..."
Talvez nem seja verdade. E daí?
Quantas tormentas não viriam junto?
Não se pode ser dinossauro e astrônomo!
Não quero mais saber das estrelas.
Eu quero é ter os pés no chão
E a cabeça em ti.
A realidade?
Eu quero é aparecer nos teus sonhos
E ter sonhos 
Para você aparecer.

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