Pelas frestas da porta
revivo e me dou conta
de um mundo que há lá fora,
cheio de drogas e frio,
tomado pela malícia humana,
onde covardes e genocidas
confabulam os crimes mais hediondos...
há uma forca armada numa praça,
de onde nenhum pescoço sairá ileso;
há um povo clamando por justiça,
violando a natureza com as suas leis;
inocentes e malditos
confundidos no mesmo lado;
há um mundo de verdade ruindo
corrompido pela hipocrisia
dos sonhos que fingimos ter.
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