segunda-feira, 30 de junho de 2014
Bienal de Bárbaros
Museus somos nós
Que vivemos das lembranças
Do que éramos
Ou do que deveríamos ser.
Queria ser um bárbaro contemporâneo
Como aqueles caras no bar
E comprar a felicidade
Com o troco da cerveja...
Me auto-remunerar com tesouros
E não ter sentimentos,
Ser mais um troglodita
Como são os homens, desde a associação.
Mas eu me devo fortunas
E, às vezes, bato à minha porta
Cobrando sem descontos
O quanto não deveria pagar.
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