sábado, 21 de dezembro de 2013
descontentes em geral
Um Príncipe belicoso,
Como tantos outros,
Cruzou o solo do Brasil.
Um homem perigoso:
Fez da caneta um fuzil,
Da palavra um ardil:
Morreu!
Ah, todos são mortos!
Dos outros, as vísceras no chão;
Deste, só os versos tortos.
Diante da covardia brutal dos algozes
Ele morreu sorrindo.
- "Se era este o Messias,
Não devia ter vindo!"
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