(A Adonélio Sousa, amigo)
Havia lá um candelabro
Com quatro velas acesas
Exalando um odor macabro
Sobre aquele deitado na mesa.
Ah, como se fez assim
A escala vital de alegre a triste
Se começa para ter fim
Por que razão existe?
Já não pinto estas telas
Depois que tudo se acabou
Se a vida é a luz das velas
Morte é o vento que soprou...
Passou... e fim!
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