A minha Existência pacífica
É a mais solitária das guerras.
Nela, ninguém monta guarda
Enquanto como, enquanto durmo, sonho;
Ninguém me cobre quando caio,
Não há apoio, retaguarda, batedores.
Só eu sozinho!
A arma, o prato, a caneta...
Olhos e ouvidos atentos
De quem não tem paz,
De quem não tem ninguém por si.
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