sábado, 22 de fevereiro de 2014
Febre de mundos
Uma música
Qualquer
E ela dançando à minha frente
Uma dança que já não se dança.
Ela, inexistente também.
Só eu, a minha cabeça,
Um pouco de dor...
Zás! é preciso doer a cabeça,
O corpo dançar,
Um riso doentio,
O caderno vivo,
Os sonhos... Ah´sonhar depois...
Agora, o riso idiota,
A convulsão que cura,
A febre inspiradora,
A morte como glória:
Imortalidade!
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