Já nos tornamos máquinas.
O humano em nós se foi...
E a inteligência também.
Todo monstro é uma criação
De seus detratores, juízes e algozes.
Eu ainda não sou o monstro,
Mas já o sinto em mim
E, a transmutação, lenta e dolorosa,
Fora como dentro da tela,
É o freskshow apoteótico
De uma sociedade
Do espetáculo de horrores:
Lindos androides!
Belos monstros!
Nenhum comentário:
Postar um comentário