Escreves teu poema com alma,
Com todo esmero que guardas
E planta-o numa rocha
Que nem Morgana,
Nem Merlim,
Nem Arthur
Conseguirão arrancá-lo.
Esta é a tua Excalibur:
Algo tão tu
Que nem mesmo
O mais vil dos editores
O aceitará de outras mãos.
Só tu o resgatarás,
Oh maldito!
Oh irresponsável!
Nenhum comentário:
Postar um comentário