Homens sem honra. Faroeste decaído.
Na outra margem
A lei
Homens com poderes
Homens não, fardas
Corrompidos também.
Cá no meio, os inocentes
Esses devem morrer primeiro
Primeiro as crianças
Mulheres e omissos
Os demais
Continuam o carnaval.
Um artista vendido
De tanto vender
Vendeu-se a si mesmo: calou-se.
O último poeta a sair
Profetize pragas
E bata a porta!
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